Essa semana tivemos informalmente via Whatsapp um encontro informal da turma de Informática Industrial de 1992 da ETFOP (Escola Técnica Federal de Ouro Preto) - Hoje uma IFES (antes CEFET).
Aquilo me trouxe grandes lembranças da minha juventude. A formatura de Técnico em 1992. Eu ainda com bastante cabelo e magro. 18 anos de idade. Praticamente se virando sozinho num lugar distante de casa, etc etc...
Tempo que não volta mais.
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Fazer um segundo grau técnico num regime de quase internato foi uma das melhores coisas da minha vida. E de muitos que naquela escola viveu.
Praticamente ali tive contato com coisas sérias que realmente afetaram meu profissional e o que hoje sou.
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Nesses quase 25 anos de distância, entre aquele eu e este eu de hoje. Ficou um mistério impresso num livro de programação. Borland C, de Phillipe Kahn (fundador da Borland) cuja ficha da biblioteca deve ter o meu nome a ponto de virar quase que co-autor.
"Aibofobia, o terror dos palíndromos." - Isso estava ali, escrito nos prefácios de algum capítulo. Tive a sagacidade de entender o que são palíndromos, mas jamais compreendi aibofobia.
Levei à professora de língua portuguesa (que sabia contar de 1 a 5 em tupi). Nada... nem no dicionário etimológico da língua portuguesa. Fobia é medo... medo de algo "aibó". Que merda é essa!
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Foi num sonho, naquele dia, relembrando aqueles tempos, que ele se revelou: AIBOFOBIA. A palavra é um palíndromo!